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Tuzé de Abreu

Tuzé de Abreu é músico, compositor e arranjador, com uma trajetória marcante na música brasileira. Sua obra transita entre a música erudita, a canção popular e a experimentação sonora influenciada por Walter Smetak. Atuou com diversos expoentes da música brasileira e suas composições foram gravadas por Caetano Veloso, Gal Costa, Tom Zé, Elza Soares, Maria Bethânia, Amelinha, Jussara Silveira, Márcia Castro e Gereba.

Tocou e gravou com Caetano Veloso, Tom Zé, Gal Costa, Maria Bethânia, Riachão, Rosinha de Valença e Gilberto Gil.

Foi integrante da Banda de Caetano Veloso, do grupo Doces Bárbaros, da banda de Gal Costa e de Maria Bethânia.

Fez parte do Grupo Walter Smetak, do Grupo de Tom Zé, da Orquestra de Carlos Lacerda e da Orquestra Sinfônica da UFBA.

Atuou em diversas formações carnavalescas e grupos instrumentais, como o Trio Elétrico Brilhaê, Trio Elétrico Panela, Os Ingênuos (grupo de choro) e Grupo Forró Brabo.

Realizou shows solo no Brasil e no exterior, incluindo apresentações em Nova York, Washington, Buenos Aires, Montevidéu, Frankfurt e Berlim.

Criou trilhas para espetáculos teatrais e de dança, como Os Sertões (Lia Robatto), Suburra, O Rei do Trono de Barro e Em Busca do Sonho Perdido.

Fez trilhas para os filmes A Lenda de Ubirajara, Eu Me Lembro, Cuíca de Santo Amaro, O Homem Que Não Dormia e Prá Lá do Mundo.

Compôs e gravou canções icônicas, como Passarinho (Gal Costa), Vivendo em Paz (Caetano Veloso), Coisa do Destino (Caetano Veloso), Barão Beleza (Caetano Veloso e Elza Soares) e Pecadinho (Márcia Castro).

Gravou a canção Ondas, em parceria com Aldo Brizzi, na voz da cantora portuguesa Teresa Salgueiro.

Apresentou a peça experimental Coletivo Lua, homenagem a Luiz Gonzaga.

Foi coordenador e jurado em diversos festivais de música, como Canta Nordeste (Rede Globo), Festival de Música Popular da UFBA, Troféu Caymmi e Natura Musical.

Criou e apresentou o show Tuzé de Abreu, exibido em Salvador, São Paulo, Natal e Berlim.

Participou de eventos de música experimental e improvisação, como a apresentação com Arnaldo Antunes, Walter Silveira e Tato Taborda na Caixa Cultural do Rio de Janeiro.

Realizou palestras e apresentações sobre Walter Smetak no Mercado Cultural, no Itaú Cultural e em eventos acadêmicos.

Greice Carvalho

Greice Maria Mascarenhas de Carvalho (Greice Carvalho) nasceu em Salvador Bahia no dia 14 /01/1957. Foi criada entre as fazendas de cacau e as praias do extremo sul baiano. Graduou-se em dançarina e professora de dança pela Universidade Federal da Bahia, fez parte de vários grupos e espetáculos de dança. Mais tarde dedicou-se à música como cantora e compositora, tendo atuado como back-vocal no trio elétrico de Gerônimo, no carnaval de Salvador e em várias gravações e shows.

Como cantora, participou de excurssões pela França, Bélgica, Canadá, Nigéria, Itália, Dinamarca e Suécia. Foi convidada por Caetano Veloso para gravar uma composição dele sobre versos de Camões, para o espetáculo de dança ONKOTÔ, do grupo Corpo. Participou como cantora e compositora do CD Tuzé de Abreu.

Sua inquietação artística levou-a a escrever um monólogo sobre uma lavradora do extremo sul baiano. Desde 1999 vem dedicando-se às artes plásticas, tendo feito quatro exposições no Mestiço, a última em 2008, em São Paulo, capital, todas individuais. Na mesma cidade, exposição também individual na Bendita Hora, e realização de peças para uma instalação num evento elaborado pelos irmãos Campana. Expôs também em Curitiba, através da Secretaria de Cultura do Paraná, numa coletiva. Em Salvador, Bahia, sua obra foi exposta por um mês no programa Soterópolis da TV Educativa. Performance (dança com execução simultânea de uma escultura , ao vivo, na exposição Intervenção Domética, de Mônica Simões, no atelier Presciliano Silva , em Salvador Bahia.

Heitor Dantas

Compositor, artista sonoro e produtor musical. Sua pesquisa se baseia na criação de estruturas para improvisação e na criação de instrumentos elétricos.

Vindo da cena rock de 90´s e 00´s; em Salvador, e passando pelo curso de Composição da UFBA, atua há mais de 20 anos na parte técnica e criativa da música, trabalhando na WR, Base, EmTranse, Attitude, Teatro Vila Velha e no estúdio da UNIFACS.

Tocando com Tuzé de Abreu ganhou a categoria Melhor Show do Prêmio Caymmi 2015. Foi selecionado na Mostra Sesc de Música Salvador 2013 e foi finalista do Prêmio Deezer/ABMI de Novos Talentos e teve peças de soundart tocadas nos EUA e Canadá.

Dirige e opera, desde 2014 o Menasnota Criação, onde atua como produtor/arranjador, e faz foley, trilha e mixagem para filmes.

Faz música, operação e montagem para teatro e dança e já se apresentou em festivais e cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, João Pessoa e Curitiba.

Desenvolve parcerias com Nancy Viégas, Negro Leo, Manu Maltez, entre outros.

Giulia Chaves

Nascida na capital baiana, a cantora e compositora Giulia Chaves despertou interesse espontâneo para a música ao entrar em contato com a obra de João Gilberto. Ingressou aos 14 anos no curso de canto livre da UFBA e passou a se apresentar em bares de Salvador. Em 2014 integrou o grupo O Kontra, liderado por Nei Sacramento. Nos anos de 2015 e 2016 realizou, em parceria com o compositor e multi-instrumentista Yves Tanuri, o projeto Confraria Sonora, jam session de músicas do cancioneiro popular brasileiro, além de canções autorais. Em 2017

iniciou o curso de harmonia no Núcleo Moderno de Música, onde foi aluna do maestro Ubiratan Marques. Em 2018 ingressou no curso de graduação em Composição e Arranjo da Universidade Federal da Bahia. A partir de 2019 passou a se dedicar ao estudo do violão Bossa

Nova com Aderbal Duarte. Em 2020 participou do sexteto de violões microtonais Microcaos, juntamente com Tuzé de Abreu, Vladimir Bonfim, Heitor Dantas, Greice Carvalho e Mateus Dantas. Atualmente se dedica à composição, além de ministrar aulas particulares de música.

Mateus Dantas

Mateus Santana Dantas (Mateus Dantas) é bacharel em Composição e Regência pela UFBA, mestre em Etnomusicologia e doutorando em Etnomusicologia sob orientação da Dra. Angela Lühning. Atua desde 1997 como diretor, produtor, compositor, e intérprete na área de música. A partir de 2003, vem atuando nas áreas de teatro e dança, como diretor musical, compositor e intérprete ao vivo de trilhas sonoras.

Como compositor e intérprete ao vivo, atua em Brecha, contemplado pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia com o prêmio de residência artística no exterior 2008/2009, realizado no CEM - Centro de Estudos do Movimento, em Lisboa/Portugal e contemplado pelo edital Quarta que Dança/2010 na categoria Espetáculo; Brucutu, apresentado na Mostra SESC de Artes 08, na Bienal SESC de Dança/2007, e também contemplado pelo edital Quarta que Dança/2008, na categoria Intervenção Urbana, trabalhos de Leonardo França - Grupo Aburussu. Também com estas funções atou em Idéias do Olho, performance de Antrifo Sanchez na Mostra de Dança do Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas (PPGAC-UFBA) na Escola de Dança da UFBA em 2005.

Como intérprete, compositor e co-produtor do grupo Camaraberta, de Salvador/BA, grupo que pesquisa a criação e construção de instrumentos musicais não convencionais, dirigido pela Dra. Ângela Lühning, atuou nos espetáculos Outros 11, 12, 13... de Vida e Brincadeiras Sonoras, em 2008. Desde 2008 criou e construiu cerca de 10 instrumentos musicais utilizando técnicas próprias, instrumentos estes que vem sendo utilizados em performances, trilhas sonoras para dança e vídeo.

Participou como compositor e intérprete ao vivo de trilha sonora nos espetáculos teatrais A Serpente (2007), sob direção de Amanda Maia; Plasil (2007), de direção de Iami Rebouças e Luiz Mafuz; O Futuro está nos Ovos (2005), de Carol Vieira; Luz (2005), de Marcelo Souza Brito e Você me Conhece? (2006), Isa Trigo; somando esta às funções de diretor musical e ator em Do Lado de Dentro do Canto da Sereia (2006/7) também de Isa Trigo.

Ainda, na área teatral, atuou como co-diretor geral, co-produtor e ator do trabalho Reconco, Grupo Aburussu, estreado em Recife, 2006. Paralelamente, ministrou oficinas acerca do teatro popular brasileiro. Trabalhou como professor de teoria musical nas Oficinas de Música – Cursos de Extensão da EMUS-UFBA.

De 2003 à 2005, produziu a Mostra do Minuto II, III e IV, na Escola de Música da UFBA. Em outubro de 2008, produziu o Concerto de Música, realizado na Reitoria da UFBA, contando com a Orquestra Sinfônica da UFBA, com a qual estreou A Saga do Homem, espetáculo de sua autoria.

Em 2009, foi courrier na mostra Smetak Imprevisto, realizada na Grande Sala da OCA, no MAM/SP, por ocasião da Mostra MAM 60, de celebração de 60 anos deste Museu de Arte Contemporânea.

Pesquisador do corpo-sonoro na interface música/dança/teatro, atua desde meados de 2008 no trabalho Entrecorpos, concebido e idealizado pelos artistas Sandra Corradini e Mateus Dantas, e premiado pelo edital Ninho Reis/2008 – Circulação de Espetáculos de Dança pelo Estado da Bahia (em execução). Organizou e ministrou oficina de investigação Estratégias de Improvisação em música/dança, promovida através da PROEX/UFBA, e realizada na Escola de Dança da UFBA, em 2008.

Como compositor e intérprete ao vivo, atua em Brecha, contemplado pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia com o prêmio de residência artística no exterior 2008/2009, realizado no CEM - Centro de Estudos do Movimento, em Lisboa/Portugal e contemplado pelo edital Quarta que Dança/2010 na categoria Espetáculo além de participar de importantes festivais como Festival Internacional de Artes Cênicas (Salvador 2010), Panorama (Rio, 2010) e Olhares sobre o Corpo (Uberlândia, 2010); Brucutu, apresentado na Mostra SESC de Artes 08, na Bienal SESC de Dança/2007, e também contemplado pelo edital Quarta que Dança/2008, na categoria Intervenção Urbana, trabalhos de Leonardo França - Grupo Aburussu. Também com estas funções atou em Idéias do Olho, performance de Antrifo Sanchez na Mostra de Dança do Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas (PPGAC-UFBA) na Escola de Dança da UFBA em 2005.

Em 2011 participou do projeto Desplante, aprovado pelo edital de montagem de espetáculos também pela Fundação Cultural do Estado da Bahia, espetáculo apresentado no Museu de Arte Moderna da Bahia em fevereiro daquele ano. Também em 2011, participou do evento Luzescrita, ao lado de Tuzé de Abreu interpretou instrumentos de Walter Smetak acompanhando Arnaldo Antunes e Walter Silveira no Museu Solar do Ferrão.

Como mestrando em etnomusicologia, investigou o fenômeno musical Violões de Microtom, desenvolvidos pelo músico naturalizado brasileiro Walter Smetak, resultando no trabalho Walter Smetak e os Violões de Microtom, sob orientação da Dra. Ângela Lünning, tendo a dissertação defendida e aprovada pela banca examinadora em março de 2010. Ainda em 2010 ingressou no curso de doutorado em etnomusicologia naquela mesma instituição, curso em andamento. Autor de vídeo-denúncia sobre a maneira precária que parte da obra de Smetak estava armazenada no Museu de Arte da Bahia.

Compositor da trilha sonora do curta-metragem Carreto (2010), recebeu o prêmio de melhor trilha sonora pelo Festival do Júri Popular 2011, curta-metragem vencedor do prêmio de melhor curta em diversos festivais em 2010 inclusive do festival de cinema de Gramado do referido ano. Compositor da trilha sonora do curta Quem tem medo das Ginas (2012) dirigido por Beth Souza. Atuou no longa metragem Depois da Chuva (2013) sendo premiado com melhor trilha sonora no 46o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

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