Zbigniew Chojnacki | improfe.stream
Zbigniew Chojnacki – Acordeonista/performer de eletrônicos ao vivo e improvisador.
Para ele, música e som são encarados com leveza e sem convenções; o mais importante é o diálogo e o encontro com o outro. Qualquer forma que emita som pode ser um meio de contato com as pessoas. Ele se inspira frequentemente em elementos não diretamente ligados à música — como ele mesmo diz: “uma velha máquina de lavar, uma folha de grama, o som do motor de um ônibus ou até mesmo uma cadeira no meio do palco podem ser inspiradores.”
Chojnacki já se apresentou em importantes festivais como o A L'Arme! Festival em Berlim, Sharpe Festival em Bratislava, LEM Festival em Barcelona e Oct Loft Jazz Festival em Shenzhen.
Apesar da pouca idade, já colaborou com diversos músicos de destaque da cena da música improvisada, entre eles: Adam Pierończyk, Krzysztof Knittel, Joëlle Léandre, TOC, Marcin Albert Steczkowski, Anna Gadt, Krzysztof Gradziuk, Michał Urbaniak, David Kollar, Ramon Prats, Yuhan Su.
É cofundador do projeto BACKSPACE, ao lado de Łukasz Czekała, no qual se encontram, desenvolvem e criam uma música que descrevem como “músicas contemporâneas improvisadas.”
Trechos de críticas:
"Chojnacki desconstruiu e reinventou o que esse instrumento tradicional (e muitas vezes arcaico) é, utilizando pedais de efeitos, aparelhos e botões, produzindo uma cacofonia de estranheza a partir de seu transe criativo meditativo profundo. Os drones, chiados e reverberações que emanavam do palco eram difíceis, mas hipnotizantes — soando como o fim do mundo e também como uma maneira de reconstruí-lo."
— James Thornhill (Under the Radar Magazine)
"Suponho que, ao tocar acordeão, não se possa evitar vê-lo como uma extensão do corpo. Mas Chojnacki não depende apenas de seus suspiros e sibilos para preencher um som ou criar um alter ego musical. Em vez disso, o acordeão está ali para adicionar um contraponto — muitas vezes brusco ou expressionista — à cuidadosa construção de borrões eletrônicos, batidas e cliques. É como ver alguém montar lentamente uma torre de canudos, só para derrubá-la quando se entediar. Em certos momentos, os sons que Chojnacki evoca lembram a vibração inflada e eletrônica do início do Cluster, antes do álbum Zuckerzeit. Um show fascinante."
— Richard James Foster (Louder Than War Magazine)
Críticas completas:
Musica Jazz Magazine Itália – Resenha do PIF Festival 2021
Link para a resenha de Libero FarnèLouder Than War Magazine – Richard James Foster
Leia aquiUnder the Radar Magazine – James Thornhill
Acesse a crítica
MÚSICA:
Performance solo no A L'ARME! Festival (julho de 2021)
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